Católicos e mulçumanos juntos em torno de Maria
Há muitos anos um padre católico e escritor americano, escreveu um livro no qual dizia que a Nossa Senhora católica e a filha de Maomé - Fátima - se confundiam na mente dos muçulmanos e por isso Maria iria conquistar os muçulmanos para a Igreja de Roma. O título do livro, segundo o escritor J. Chick era “A Woman Shall Conquer” (Uma Mulher Conquistará). Isso porque a “Senhora” apareceu exatamente na localidade de Fátima, em Portugal, conforme arranjo dos jesuítas, a fim de agradar a longo prazo (a Ordem trabalha com 50 a 100 anos de antecedência, para conseguir realizar um objetivo) os muçulmanos e poderem, assim, liquidar o povo judeu, como sempre foi o objetivo da Igreja de Roma.
Com os judeus fora do caminho, Roma tentará colocar no Trono de Davi o seu candidato, que não será outro senão o Anticristo. Só que, depois, este vai lhe dar um chute no traseiro, conforme Apocalipse 17-18. Deus usa os maus para castigar os maus.
Por que as várias “Nossas senhoras” dos USA, tão portentosas e bilionárias, não fizeram o milagre de conter os terroristas que mataram milhares de inocentes no WTC? Talvez a resposta esteja no artigo do cristão americano, Eric Jon Phelps, que dá uma possível razão para esses ataques, num artigo escrito, poucos dias após a tragédia.
Da Agência ZENIT News Agency, (ZE06062923), conforme o artigo “The World Seen from Rome”, colhemos o seguinte:
Maria tem sido um ponto de encontro de culturas, o qual encoraja os muçulmanos a fazerem peregrinações aos santuários marianos espalhados pelo mundo inteiro.
Conforme publicado no zenit.org, em 29/06/2006, um muçulmano egípcio, deputado e diretor de um importante jornal italiano, sugeriu que Maria poderia ser a figura precursora da união entre cristãos e muçulmanos. Magdi Allam, do jornal Il Corriere della Sera, falou ao Zenith sobre o apelo que ele deslanchou nas páginas do jornal diário nacional para que os muçulmanos residentes na Itália visitassem os santuários de Maria em seu país hospedeiro.
Allam disse estar convencido de que a Virgem Maria é um ponto de encontro entre cristãos e muçulmanos, acrescentando: “Maria é uma figura presente no Corão, o qual lhe dedica um capítulo (sura) inteiro, mencionando-a cerca de trinta vezes. Nos países muçulmanos existem santuários de Maria que são objeto de veneração e peregrinação da fé dos cristãos e muçulmanos. Desse modo, acredito que se isso acontece nos países muçulmanos, por que não pode acontecer também num país cristão, especialmente numa fase histórica na qual precisamos definir símbolos, valores e figuras que possam unir as religiões, espiritualidades e culturas”, ele indagou. Na opinião de Allam, "A peregrinação mariana de Loreto - santuário nacional da Itália, poderia representar um momento de encontro e ajuntamento espiritual entre muçulmanos e católicos, ao redor de Maria, uma figura religiosa venerada pelas duas religiões.”
Vittorio Messori, autor de livros de entrevistas com o Papa JP2 e o Cardeal Joseph Ratzinger (agora Bento XVI), também escreveu no Il Corriere della Sera, no dia 15 de junho, apoiando Allam. Ele disse que o diálogo entre cristãos e muçulmanos “pode começar facilmente a partir de Maria."
Esses jornalistas italianos estão alguns anos atrasados em relação aos escritores Avro Manhattan (The Vatican in World Politics) e Dave Hunt (A Woman Rides The Beast), os quais, falando de Maria, já predisseram que isso iria acontecer a curto prazo. Se Maria é a “Mulher”, a figura principal da Igreja de Roma (em vez do Senhor Jesus Cristo), é lógico supor que ela venha a concorrer magistralmente para a união das religiões mundiais, entronizando em Jerusalém “o homem do pecado”.
Mary Schultze, dezembro 2006
Para o CPR