O Vaticano e o Concilio Mundial de Igrejas desejam “curar” a “obsessão” dos ganhadores de almas

 

         O Vaticano e o CMI estão planejando juntos  a elaboração de um projeto de três anos, a ser editado com um “código comum para conversões religiosas”. Sua primeira reunião na Itália, em maio deste ano, incluiu também representantes de outras religiões, como judeus, hinduístas, muçulmanos e budistas.

         Nessa reunião, foram delineadas linhas gerais, afirmando que “a liberdade de religião é um direito fundamental, inviolável e não negociável de todo ser humano, em todo país e no mundo”. Contudo, esse código inclui também uma declaração de que “A obsessão de converter os outros precisa ser curada”.

         Notável foi a ausência, nessa reunião, de representantes evangélicos e pentecostais. Felizmente, estes crentes bíblicos já possuem o seu “código de conversão”, ou seja, a Grande Comissão. Eles sabem também que Jesus Cristo rejeitou qualquer discussão sobre Ecumenismo, quando disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6).

         No que diz respeito ao Vaticano, o papa adoraria fazer qualquer coisa para diminuir, ou mesmo parar, a rápida conversão de católicos romanos, e o seu êxodo da Igreja de Roma, em busca das igrejas evangélicas, principalmente na América Latina e na África. Para os 500 milhões representados pelo CMI a unidade se  tornou mais importante do que a Verdade. Isso tem sido evidenciado pelos líderes pagãos na discussão sobre “conversão”.

         Todos esses grupos gostariam de fazer nada menos do que “curar a obsessão” daqueles que estão compromissados em obedecer à Grande Comissão. Ao redor do mundo inteiro, Satanás está em desespero para deter a divulgação do evangelho que transforma vidas, diminuindo potencialmente a população do inferno.

         É realmente triste que os 500 milhões de representantes do CMI e mais de um bilhão de católicos romanos sejam apanhados nessa armadilha de falsidade, conquanto levando o nome de ”cristãos”. Eles têm sido enganados pelas bíblias corrompidas, acreditando que já não possuímos a Palavra de Deus preservada e, portanto, sujeitam-na à sua própria interpretação.

         Jesus disse que somente um pequeno número de pessoas iria aceitar o evangelho. Contudo, precisamos usar as técnicas de massa para alcançá-las. Nem todos os que encontramos temos tempo de parar e discutir o seu destino eterno.

         Mesmo assim, podemos colocar o evangelho em suas mentes, em poucos segundos, entregando-lhes um folheto. Com um pouco mais de esforço, podemos cobrir uma área perto de casa ou da igreja. Então, o Espírito Santo poderá trabalhar em seus corações e aqueles que aceitarem a Cristo poderão ser salvos. O apóstolo Paulo disse: “Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento” (1 Coríntios 3:6).

         Lancemos a semente para dar início ao processo, pois de outro modo não haverá colheita.

 

Jack Chick/Mary Schultze

“The Battle Cry”, julho/agosto 2006