Pé na Jaca
É o título de uma novela ridícula, da qual vi dois capítulos e observei que é péssima de conteúdo (a não ser que melhore depois), mostrando quase todos os personagens neuróticos ou sexomaníacos, portanto não faz meu gênero.
Mesmo assim, aprendi a expressão (que eu não conhecia antes) e posso garantir que hoje mesmo eu “meti o pé na jaca”... e duas vezes:
1. - Respondi o e-mail de um irmão que me criticava, depois ele veio com quatro pedras na mão, o que me fez deletar o seu e-mail, antes de ler a metade e, em seguida, bloquear o seu endereço eletrônico, para não me aborrecer no futuro.
2. - Saí para almoçar no Oswaldo e na metade do caminho (três das seis quadras), encontrei duas senhoras muito simpáticas, com cabelos nevados, brilhantes e sedosos. Parei para cumprimentá-las, por serem mais idosas do que eu, e muito mais bonitas e elegantes, duas peças humanas muito preciosas do museu da vida. Batemos um bom papo e acabei lhes dando o meu artigo escrito hoje falando de Santo Antônio. Observei que eram católicas, pois logo me indagaram se eu era protestante, quando comecei a falar de Cristo para elas. A conversa foi ótima e, quando me despedi, uma delas falou: “A senhora é muito simpática e gentil. Quando ficar doente, procure-nos no Hospital São José (o melhor da cidade), que somos freiras e enfermeiras nesse hospital”.
Se eu ficar doente, depois delas lerem o artigo em que tive o prazer de colocar Santo Antônio no inferno, de certo vão me aplicar um boa injeção de cianureto de potássio! Ach Du, Mein Gott!
Mary Schultze, 29/11/06